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Setembro de 2014

 

Embora desde 2011 alguns de nós já estivessem recebendo alimentos da Horta do Marcelo, consideramos a aquisição da kangoo como marco inicial das atividades da CSA SP tal como a conhecemos hoje, o que remete a setembro de 2014.

 

Outubro de 2014

 

O primeiro espaço anfitrião (depósito) da CSA Pinheiros ficava na Rua Capote Valente e os alimentos vinham da Horta do Marcelo, localizada na Instância Demetria. Por isso, coexistiam duas nomenclaturas para a mesma ação: CSA Demetria (utilizada no contexto institucional a CSA Brasil) e CSA Horta do Marcelo (utilizada no contexto operacional da CSA SP).

 

 

Novembro de 2014

 

A crise hídrica de 2014 expôs a necessidade de substituir o sistema de irrigação utilizado na Horta do Marcelo e, por isso, a CSA Demetria convocou todos seus coprodutores a realizarem uma contribuição complementar a mensalidade. Podemos considerar, então, que essa foi nossa primeira tomada de consciência em relação ao nosso papel como coprodutor e nosso primeiro contato com os aspectos técnicos relacionados ao manejo agrícola.

 

Janeiro de 2015

Fevereiro de 2015

Julho de 2015

 

Quase um ano depois do início das atividades, era hora de conhecer o agricultor e acolher novos membros.

 

Agosto de 2015

 

A primeira geração da CSA Butantã se reunia na Piparia, que funcionava como um mix de oficina/padaria/espaço de brincar.

 

Setembro de 2015

 

O início das atividades da CSA Butantã é considerado o marco inicial do desenho da CSA SP como uma rede articulada de produtores. Esse desenho surgiu como resposta a demanda por uma maior variedade de alimentos por parte dos coprodutores e, principalmente, por uma demanda gerada por reportagens e eventos que faziam com que fôssemos procurados por agricultores que queriam se tornar nossos fornecedores. Data dessa época, também, a experiência com contratos que remetiam a mais de um tamanho de cota.

 

Outubro de 2015

 

Novembro de 2015

 

Com a fundação da CSA Brasil e os recursos provenientes de editais, Hermann Polhmann acessou dinheiro para realizar apresentações em diferentes regiões do Estado de São Paulo. A entrega de um desses editais envolvia, também, a produção de um video institucional. Esse vídeo foi vivenciado pelos membros da CSA SP como uma dinâmica de grupo e não como uma entrega de edital. Os membros da CSA SP elaboraram um roteiro a partir do material já coletado por Hermann, em suas viagens pelo interior do estado, e a esses materiais acrescentaram animações e imagens captadas em na cidade São Paulo.

 

Janeiro de 2016

 

Em janeiro de 2016, os membros da CSA SP incluiram em sua agenda outra demanda CSA Brasil: o Encontro Nacional da Rede CSA Brasil. Esse encontro foi produzido e organizado pelos membros CSA SP fora do âmbito de editais, pois nenhum recurso de fora foi envolvido: dos equipamentos de áudio e vídeo ao preparo das refeições, tudo foi viabilizado com nossos próprios recursos. O encontro durou dois dias e aos participantes, que totalizaram cerca de 70 pessoas, foi solicitado que fizessem uma contribuição espontânea para cobrir as despesas que tivemos. Foi, com certeza, um marco em nossa trajetória!

 

 

Após o evento, pedimos que a CSA Brasil assumisse a atribuição de passar uma enquete de avaliação entre aqueles que compareceram ao encontro de modo que conseguíssemos encaminhar uma agenda comum a todos. Como resposta, foi nos dito que a avaliação deveria ficar sob nossa responsabilidade… Nós não tivemos energia para incluir isso em nossa agenda.

Fevereiro de 2016

 

Problemas com o caminhão que trazia os alimentos da Serras Verdes até São Paulo fizeram com que vivenciamos pela primeira vez o uso da kangoo para o frete intermunicipal dos alimentos.

 

 

Março de 2016

Como nossos alimentos chegavam pela Feira Biodinâmica, com o passar das semanas fomos nos familiarizando com a flutuação do movimento nas feiras e logo percebemos que em dias de chuva, o movimento era menor do que em dias ensolarados.

 

Abril de 2016

Maio de 2016

Junho de 2016

 

A tempestade de 2016 evidenciou o que significava compartilhar riscos: foi a primeira vez que vivenciamos uma situação na qual a perda de produção chegasse a 100%.

 

Agosto de 2016

Setembro de 2016

 

Em setembro de 2016, o site www.csasp.info foi publicado; garantir o fluxo distribuído das informações era uma das premissas da plataforma. Foi em setembro de 2016, também, que várias outras coisas aconteceram!

 

Outubro de 2016

 

Quanto mais a gente se aproximava da realidade das Serras Verdes, mas a gente aprendia sobre a lógica que rege a comercialização de alimentos orgânicos… Era o início da nossa tomada de consciência em relação a nossa missão de devolver aos agricultores e a nós mesmos o direito de celebrar as colheitas.

 

Descobrir que nem todos os alimentos que estavam sendo enviados para a CSA Serras Verdes vinha das Serras Verdes foi algo inesperado: até então, não tínhamos clareza de que não é óbvio que um agricultor consiga colher 7 variedades por semana ao longo de 52 semanas.

Novembro de 2016

 

Dezembro de 2016

 

Em São Paulo, nunca foi óbvio que nos depósitos tivessem uma lousa verde tal como aparece em várias fotos de CSAs.

 

Janeiro de 2017

 

Fomos passar uma semana junto com os agricultores da Associação Serras Verdes e aprendemos muitas coisas!

 

Fevereiro de 2017

 

Em fevereiro de 2017, nossa atenção se voltou para dois assuntos que foram um marco importante na nossa curva de aprendizagem.

Encaminhamos assuntos delicadíssimos relacionados à CSA Serras Verdes e respondemos o chamado do Epicentro Dalva, que tinha entrado em contato com a gente em 2016 manifestando interesse em formar uma CSA.

Março de 2017

 

Abril de 2017

 

A relação com o Epicentro Dalva não floresceu. Dentre os vários motivos, um deles foi a incompatibilidade de objetivo de longo prazo: enquanto o Dalva foca em se consolidar como uma escola de agricultura sintropica, a gente – enquanto comunidade – precisa sincronizar os ciclos de plantio e colheita de modo a garantir nossa própria segurança alimentar.

 

Maio de 2017

 

Depois de alguns anos recebendo alimentos cultivados em Botucatu, havia chegado a hora de tomarmos consciência do papel da agricultura urbana para a cidade de São Paulo. Esse foi um dos motivos que fez com que, gradualmente, os membros da CSA SP deixassem de atuar como coprodutores da Horta do Marcelo.

 

Junho de 2017

 

Após termos sido contatos por mais de um produtor de cogumelos, lá fomos nós responder ao chamado do Sítio Terra Fria; seria nossa primeira aproximação com o cultivo de cogumelos.

O relato da viagem foi compartilhado pelo Loomio, que é uma plataforma colaborativa que utilizamos durante o ciclo 2017+2018.

Julho de 2017

 

Lá fomos nós conhecer mais um sítio cujos proprietários tinham entrado em contato com a gente. Desta vez, um casal que havia investido em frutas vermelhas na região de Cotia. Naquela ocasião, ficou claro que eles estavam apenas procurando pessoas para vender as frutas, pois essa era a única produção do sítio. Agora com a fundação da Milpa, nossa cooperativa de consumo, é possível pensar em abrir o diálogo novamente com eles!

 

Agosto de 2017

 

Em agosto de 2017, as visitas continuaram: estávamos respondendo ao chamado de produtores que haviam chegado até nós trazendo a demanda de formar uma CSA para si.

 

 

Setembro de 2017

 

Para o ciclo 2017+2018 selecionamos 3 produtores. Usamos a faixa etária como critério de seleção: Cristiano Furquim, Rafael Tenório e Tomaz Françozo tinham menos de 30 anos quando iniciamos nossa agenda com eles.

O envio de alimentos do Sítio Terra Fria, manejado por Tomaz Françozo, começou logo em setembro de 2017. Já sabíamos que o foco lá estava no cultivo de cogumelos, ainda assim solicitamos o apoio de alguns membros da CSA SP para verificar a viabilidade de uma agenda relacionada às hortaliças.

Outubro de 2017

 

Em novembro de 2017, recebemos pela primeira vez alimentos colhidos por Cristiano Furquim para a Comunidade de apoio à manutenção da cultura quilombola. A data foi celebrada como um evento no formato “Vivência na cozinha”, durante o qual membros da CSA SP se reuniram para preparar uma moqueca de palmito.

Foi em novembro de 2017, também, que Joana Ortega – então mestranda – visitou a Horta do Tenório com o intuito de incluir nossa ação lá como um case representativo da agenda da CSA SP.

 

Novembro de 2017

 

Se tem uma coisa que a gente vem aprendendo é que não é óbvio cultivar alimentos!

Foi a partir dessa constatação que nasceu a necessidade de desenvolvermos ferramentas específicas para o planejamento de ciclos de cultivos.

Contudo, existe algo que não conseguimos fazer pelos agricultores: não conseguimos auxiliar no que se refere à assessoria agrícola em si.

 

 

Dezembro de 2017

 

Em dezembro de 2017, aconteceu a primeira visita aberta à Horta do Tenório; lá, nesse momento, já tínhamos começado a testar o consórcios de alimentos com o objetivo de aumentar a produtividade por m2 seguindo duas escolas apreciadas por Rafael Tenório: a agricultura biointensiva proposta por John Jeavons e a agricultura sintrópica proposta por Ernst Gotsch.

Ao mesmo tempo, chegávamos a conclusão de que a produção de hortaliças no Sítio Terra Fria estava abaixo das nossas necessidades e, por isso, antes de seguir apenas com a agenda envolvendo os shiitakes, articulamos os envios de combos compostos por hortaliças+cogumelos.

 

 

Janeiro de 2018

 

Janeiro de 2018 foi super animado!

Os coprodutores da Horta do Tenório começaram a participar das colheitas e aproveitamos esse movimento para realizar a agendar a segunda visita aberta à horta para fazer o acolhimentos das pessoas que estavam na lista de espera da CSA SP e… Rolou, também, como parte da agenda de acolhimento de novos membros, a primeira Vivência na cozinha com jaca!

 

 

Fevereiro de 2018

 

Começamos fevereiro de 2018, realizando pela primeira vez a Oficina de sensibilização de ciclos de cultivo. Essa oficina fez parte da agenda de atividades facilitadas por nós para nós mesmos, dento da agenda da CSA Horta do Tenório.

Ao longo do mês, aprendemos que desafios são oportunidades de aprendizado.

A CSA Horta do Tenório precisou reconhecer que, apesar de todo o esforço no sentido de aumentar a produção de berinjela por m2, a capacidade produtiva de folhas era significativamente maior do que a capacidade produtiva de legumes.

Já a Comunidade de apoio à cultura quilombola precisou lidar com a frustração quando os feijões vieram com muitos carunchos e os milhos se tornaram uma pauta específica, tamanha foi a estranheza de alguns quando, ao retirarem as palhas, encontraram milhos sem grãos.

E a ação com o Sítio Terra Fria gerava situações que remetiam mais a articulações de compras coletivas do que à prática da CSA.

 

Março de 2018

 

 

Março foi mês de colher arroz para a Comunidade de apoio à cultura quilombola, que se reunia uma vez por mês para compartilhar alimentos.

Esses encontros mensais eram organizados como encontros celebrativos abertos para a CSA SP como um todo, o que favoreceu a integração entre os os membros da nossa rede.

 

Abril de 2018

 

Em abril de 2018, na Horta do Tenório foi época de colher couve! Era tanta couve que foi confirmar que – apesar de a produção de legumes estar ficando abaixo do esperado – a produtividade por m2 tinha aumentado.

Já para a Comunidade de apoio à cultura quilombola era hora de encarar de frente a realidade: naquela paisagem lindíssima, manter viva entre os jovens tradições que marcaram a vida de quem tem mais de 40 anos é um desafio, enquanto que para nós – que nascemos em cidade – é algo que desperta interesse e vontade de preservar.

Enquanto isso, nos aproximávamos do Sítio Terra Fria com o objetivo de entender como aplicar a lógica da CSA ao manejo de cogumelos.

E respondíamos ao chamado do Sítio Vale das Pedras, realizando nossa primeira visita ao local.

 

Maio de 2018

 

Em maio de 2018, foi época de celebrar! Depois de algumas tentativas, Tenório chegou num consorcio que garantiu uma ótima colheita de cenouras. E participar de colheitas de cenouras nos ensinou o que pode acontecer com elas, caso seu desenvolvimento não seja como o esperado. Em relação ao repolho, conseguimos realizar tries colheitas com intervalos de uma semana cada, e enviar um repolho por cota.

Enquanto isso, era hora da Comunidade de apoio à cultura quilombola se reunir na região do Butantã; fazer o encontro cada mês em uma região foi a estratégia que encontramos para pulsar uma comunidade que era composta por pessoas que moram em diferentes regiões de São Paulo = )

E, seguindo o plano de nos articular em rede para aumentar nossa segurança alimentar ao mesmo tempo em que aumentávamos a variedade de alimentos que teríamos acesso num cenário no qual poderíamos também acolher novos membros, demos início ao estudo de viabilidade junto ao Sítio Pé de Cedro, localizado no Sul de Minas Gerais.

 

Junho de 2018

 

Em junho de 2018, após tentativas frustradas do envio dos alimentos do Sítio Pé de Cedro por um caminhão, foi hora de avaliar o quão possível seria destinar a missão do frete intermunicipal para a kangoo.

 

Julho de 2018

 

Em julho de 2018, teve encontrão entre coprodutores da Horta do Tenório: eles vinham fazendo um rodízio já há alguns meses, se revezando nos dias de colheitas. Então, reunir vários num mesmo dia era motivo de celebração!

Tenório tinha chegado num dimensionamento ótimo para as cenouras. O das beterrabas precisavam de um ajuste, porque era muuuuuita beterraba. Deu para colher uma couve flor por cota por semana por três semanas consecutivas e, por causa do calor, vimos elas em flor! E os brócolis ramosos?! Dava 300 g por cota, mas já fazia a alegria da galera.

Então, aproveitamos a ocasião para organizar o encontro como um encontro aberto a pessoas da nossa lista de espera.

 

Agosto de 2018

 

Em agosto de 2018, lá fomos nós mais uma vez passar alguns dias no quilombo. Tínhamos chegado no 12º mês de atividades da Comunidade de apoio à cultura quilombola e, depois de algumas idas, foi possível perceber – com mais clareza – de que modo nossa ação impactava a vida das famílias as quais estávamos apoiando. Caso queira saber mais sobre como foi nossa experiência, clique aqui.

Foi em agosto de 2018, também, que organizamos o primeiro Encontro com o apicultor.

 

 

Setembro de 2018

 

Em setembro de 2018, realizamos a segunda Oficina de sensibilização em relação aos ciclos de plantio e colheita dentro da agenda da CSA Horta do Tenório.

 

 

Outubro de 2018

 

Outubro de 2018 foi um mês cheio de esperança!

Na Horta do Tenório, havíamos chegado em arranjos que garantiriam 30 cotas semanais.

Enquanto que, animados com a possibilidade de viabilizarmos o plantio de feijão, milho e abóbora no Sítio Pé de Cedro, demos início a agenda de atividades da CSA Pé de Cedro.

Obs.: o Sítio Pé de Cedro havia sido invadido por java-porcos e, para retomar os plantios, seria necessária a instalação de uma cerca elétrica. Por isso, sabíamos que precisaríamos garantir entrada de dinheiro no caixa deles já na Primavera, mas que teríamos que esperar a transicão do verão para o outono para começar a receber alimentos.

Novembro de 2018

 

 

Dezembro de 2018

 

Em dezembro de 2018, o encontro celebrativo foi realizado Extremo Sul de cidade de São Paulo.

Observação: a escolha do local esteve diretamente relacionada ao acolhimento de CSAs existentes.

***

Em 2018, fomos procurados pela Bauhinia Ecosocial para ajudar a resolver o ruído de comunicação que estava havendo em uma CSA que havia sido formada pela Associacão Biodinâmica como uma entrega de um edital.

Então, em dezembro de 2018, vários de nós se deslocaram até o Extremo Sul para conhecer a agricultora que estava recebendo a assessoria técnica da Bauhinia.

A ida dos membros da CSA SP até o Extremo Sul fazia parte de uma agenda de mentoria oferecida por nós para a Bauhinia; foi a partir dessa mentoria que, com a assessoria da Bauhinia, a agricultora redesenhou seu modelo de negócio como assinatura mensal de cestas. Para mais informações, clique aqui.

***

Nascia, assim, o embrião que deu origem a nossa agenda de acolhimento à CSAs existentes.

Janeiro de 2019

 

A Horta do Tenório havia se tornado tornado um tipo de oásis para seus coprodutores. Então foi com certo pesar que, em janeiro de 2019, todos receberam a notícia sobre a decisão de Rafael Tenório de deixar a área de cultivo localizada na zona leste.

Enquanto isso, a CSA Pé de Cedro se animava com a notícia de que a cerca elétrica havia sido instalada e que as sementes de feijão, milho e abóbora já estavam no solo no Sítio Pé de Cedro.

E a gente começava nosso percurso junto ao Sítio Vale das Pedras. Para relembrar (ou conhecer) o percurso que trilhamos junto aos produtores que nos procuram, clique aqui.

 

Fevereiro de 2019

 

Em fevereiro de 2019, aconteceu nossa segunda Vivência na cozinha com jaca: no cardápio, jaca louca!

Foi em fevereiro de 2019, também, que aconteceu o encontro entre Rafael Tenório e seus coprodutores, para ele apresentar seu plano de migração de área.

Enquanto isso, os coprodutores da CSA Pé de Cedro recebiam a notícia de que o feijão havia sido colhido e que uma nova área de cultivo estava sendo aberto no Sítio Pé de Cedro.

Março de 2019

 

Em março de 2019, os coprodutores da CSA Horta do Tenório realizaram dois outros encontros para conversar sobre o que fazer frente ao fato de que Rafael Tenório havia decido deixar a área de cultivo localizada em São Mateus. Desses encontros, surgiram dois encaminhamentos: o primeiro foi que seria agendada uma visita à nova área de cultivo e o segundo foi que eles não iriam interromper suas contribuições, evitando assim um ruptura abrupta na entrada de dinheiro para o jovem agricultor.

Enquanto isso, a agenda junto ao Sítio Terra – agora focada na produção de mel – mais mais um vez gerava remetia à articulação de compras coletivas e não à prática da CSA.

Foi em março de 2019, também, que a CSA Pé de Cedro se reuniu pela primeira vez para compartilhar a colheita do Sítio Pé de Cedro.

 

Abril de 2019

 

Em abril de 2019, aconteceu o segundo encontro celebrativo da CSA Pé de Cedro; nesse momento, os mais experientes de nós já estavam percebendo que o sítio estava passando por desafios.

Foi em abril de 2019, também, que começamos a pulsar a CSA Vale das Pedras.

 

Maio de 2019

 

Em maio de 2019, aconteceu o segundo Encontro com o apicultor. O encontro, durante o qual foram produzidas velas de cera de abelha, foi viabilizado com recursos da venda dos potes de mel coletados por Tomaz Françozo, do Sítio Terra Fria.

E já que a agenda do Sítio Terra Fria vinha se mostrando inviável do ponto de vista da prática da CSA, foi em maio de 2019 que articulamos a compra coletiva de pinhão e realizamos a Vivência na cozinha com pinhão!

… Enquanto isso, tudo parecia ok junto a CSA Vale das Pedras.

 

Junho de 2019

 

Diante da quebra de produção do Sítio Pé de Cedro, que alterou bruscamente o calendário de colheitas previstas para a CSA Pé de Cedro, foi necessário aumentar o grau de consciência dos coprodutores em relação ao manejo agrícola. Por isso, incluímos na programação do Encontro celebrativo da CSA Pé de Cedro realizado em junho de 2019, a Oficina sobre controle biológico. Após a oficina, realizamos uma festa junina aberta a todos os membros da CSA SP!

Junto ao Sítio Vale das Pedras continuávamos sustentando o acordo de que para os membros da CSA Vale das Pedras seria enviado apenas alimentos colhidos no próprio sítio. Por isso, o número de coprodutores continuava limitado à 5 cotas.

Foi em junho de 2019, também, que aproveitamos a ida da kangoo até o Sítio Pé de Cedro pata realizar a visita de verificação no Panamã Sítio Agroecológico.

 

Agosto de 2019

 

Observação: o encerramento das atividades da CSA Vale das Pedras aconteceu em agosto de 2018 e ocorreu por causa do fim da parceria entre Marli e Toni.

 

Setembro de 2019

 

Em setembro de 2019, realizamos um encontrão que reuniu produtores e coprodutores das diferentes agendas da CSA SP.

Foi durante esse encontro que apresentamos, oficialmente, a proposta de formação da nossa pessoa jurídica como uma cooperativa de consumo! Para relembrar (ou saber) como essa proposta foi apresentada, clique aqui.

 

Outubro de 2019

 

Em outubro de 2019 demos início a nosso percurso junto à Caipora Orgânicos e à Roça do Ibiaça.

Para relembrar (ou conhecer) nosso percurso junto aos agricultores que nos procuram, clique aqui.

Observação: o percurso junto a Roça do Ibiaça foi interrompido com o fim da parceria entre o Toni e o Tom.

Novembro de 2019

 

 

Dezembro de 2019

 

Em dezembro de 2019 aconteceu a última entrega de alimentos para a CSA Pé de Cedro. Para conhecer o histórico dessa ação e saber os motivos que levaram ao seu encerramento, clique aqui.

Foi em dezembro de 2019, também, que aconteceu a última atividade relacionada à agenda da CSA Horta do Tenório: tratou-se de um dia de campo no Sítio Cassatela, local escolhido por Rafael Tenório para ser sua nova área de cultivo.

Janeiro de 2020

 

Fevereiro de 2020

 

Março de 2020

 

Durante o ciclo 2019+2020, a CSA Panamã se manteve ativa: os envios de alimentos para São Paulo continuaram acontecendo e, para conter o avanço da pandemia de COVID-19, passamos a adotar boas práticas relacionadas ao isolamento social.

Os envios de alimentos da Caipora Orgânicos para os membros da CSA SP ao longo de 2020 foi realizado como compras avulsas articuladas pela Milpa, com o objetivo de gerar cenários reais para a coleta de dados.

 

Dezembro de 2020

 

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